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terça-feira, 16 de março de 2010

outra vez às voltas com as posições

E no curso da Mónica, depois da F. foi preciso fazer o T., que femininos e masculinos, por mais igualdades que vão conquistando todos os dias, continuam a ter diferenças que no barro convém sempre praticar.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

no atelier


Enquanto alguns espécimes acabadinhos de fazer esperam pacientemente, as raparigas, vindas directamente das aulas de escultura e já muito bem sequinhas, vão ao rubro dos mil graus no forno cá do atelier.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

às voltas com as posições


Para apanhar o jeito desta coisa que é o anatomizar do barro, das primeiras aulas só sobraram mesmo os registos fotográficos. E feitos muito a correr, que a F. ali na mesa do meio, já se tinha virado e era preciso desmanchar para reutilizar numa nova posição.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

com a barriga no quadro

E depois, mesmo no finzinho, já de mãos lavadas, a Eduarda desenhou-me com o bebé Joaquim na barriga no quadro preto. É a fotografia mais simpática que tenho desta minha segunda gravidez.

com as mãos na massa

Já foi há mais de dois meses, mesmo ali uns dias antes do miúdo me nascer, mas hoje, enquanto dava nomes e salvava outras, encontrei-me com estas e achei um desperdício não as relatar aqui. É que, depois de tantos, o bom funcionamento da coisa não deixa de me espantar. Pela concentração (vinte e muitos meninos de três, quatro, cinco e seis anos mais de uma hora e meia na mesma actividade quando a educadora diz que noutras meia hora já é uma meta difícil de chegar), pelo interesse (Porque é que o barro agora está cinzento e depois de cozido fica branco? Porque é que tens que pôr um pano por baixo? Vais cozê-las no forno da cozinha? Porque é que há barros de tantas cores?), pela alegria (as bolinhas e lagartinhas e pizzas e os enlameamentos de mãos, braços e até caras depois do Pronto, agora que já acabaram podem fazer o que quiserem com os restinhos.) e pela lástima (Já acabou? Oh, que pena. Queria fazer mais. Quando é que vêm cá outra vez?).

Fica-me sempre a pena pelas óptimas fotografias que não tiro, que as minhas mãos sujas e o ajudá-los e os problemas de aqui montrar carinhas pequeninas atrapalham-me, mas ganho muitos sorrisos, beijinhos e frases bonitas. E um rebanho de ovelhas todas diferentes umas das outras.