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sexta-feira, 9 de novembro de 2007

colar 9

Não que se possa dizer que os outros são artificiais mas as duas viagens ao forno (uma para cozer o barro e uma outra para cozer o vidrado) esconde-lhes sempre o branco ou o alaranjado natural. O sete e este nove desunem-se dos anteriores logo pela ausência dos brilhos: como os novecentos e muitos graus só os aquecem uma vez ficam com o preto e com o rosa alilasado das pastas refractárias de que são feitos à vista. Preto e rosa demasiado bonitos (digo eu...) para desaparecerem debaixo de outras cores. Mais naturais, acho sempre estes mais naturais.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

colar 7

Sem ter a rima sete e sete são catorze, com mais sete vinte e um como mote, acabou por sair matematizado: o sete multiplicou-se por três e resultou em vinte e uma bolinhas miudinhas de pasta refractária preta somadas num metro de fio de algodão...

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

colar 4


É roxo. Roxo escuro. Uma das minhas cores mais gostada. Mas os pixels desentendem-se com os reflexos e disfarçam-no de azul ou de preto ou de cinzento. Mas é roxo. Com as pedrinhas da pasta refractária a espreitar pelas arestas em que o vidrado se minora. Roxo. Mesmo roxo.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

colar 3

Mais ou menos o mesmo feitio, a cor oposta.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

colar 1


A este, na brincadeira, chamo-lhe o colar dos berlindes, porque o miúdo tenta sempre berlindar as peças depois de cozidas e antes de atadas.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

um é meu, outro é teu, outro é de quem o apanhar...

Primeiro comecei a fazê-los para mim, que sempre gostei muito de colares compridos. E depois comecei a fazê-los para quem me perguntava Onde é que compraste?