E no meio das coisas por acabar, das muitas feiras, de um miúdo a aprender a ler e de outro a aprender a gatinhar, de uma mudança de casa e das compras e preparações para o Natal, o sempre com pouco tempo Dezembro ainda chegou para terminar a primeira parte do curso de escultura com a Mónica Cid (também aqui e aqui).quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
curso de escultura
E no meio das coisas por acabar, das muitas feiras, de um miúdo a aprender a ler e de outro a aprender a gatinhar, de uma mudança de casa e das compras e preparações para o Natal, o sempre com pouco tempo Dezembro ainda chegou para terminar a primeira parte do curso de escultura com a Mónica Cid (também aqui e aqui).quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
pintainho
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
de viagem
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
apressadas

Ultimamente as tartarugas que aqui crescem, cansadas de ganhar sempre com as paciências e as perseveranças, fingem-se lebres: assim que estão prontas deixam-se de vagares e lentidões e, sem paragens para sestas antes da meta, apressam-se para outras casas. Pergunto-me sempre como se sentirão nas novas moradas.Vendida.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
em Vale Figueira, na Sobreda
Estreámo-nos nas feiras da simpática Cristina, lá do outro lado do rio.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
mochos
Primeiro nasceram para combinar com o url e porque os do lado direito são de estimação e amparam-nos os livros nas prateleiras da sala. Mas depois descobrimos que, ainda mais do que coleccionar gatos, presépios, corujas e até caracóis, ele há muitos próprios, familiares, amigos, vizinhos, conhecidos e médicos que agrupam mochos em colecções. Nas feiras falam-nos frequentemente de vitrines com mais de trezentos e de armários feitos de propósito com mais de seiscentos. Parece-me que germinar um ou dois de vez em quando não vai chegar...Vendido.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
dinossauro


Por causa dos Como é que se chama este? E era herbívoro ou carnívoro? e dos Podemos ir ao Museu de História Natural para ver os fósseis e as pegadas? e ainda dos Vou brincar com o stegossauro, o paquicefalossauro, o velociraptor e o tiranossauro rex ali para o quintal quase diários cresceu o primeiro papossauro aqui na árvore.Vendido.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
muitos em um




Na Crafts & Design de Outubro houve animais para oferecer e de enfeitar, teatro Debaixo da Mesa dos Joana, nomes de árvores para aprender, muitas flores de Chorisia especiosa para brincar e os amigos habituais para conversar.segunda-feira, 31 de agosto de 2009
feira do príncipe real
A estreia não foi muito auspiciosa, que o Agosto com toda a gente de férias não convida a grandes passeios pelo meio das antiguidades e dos artesanatos. Mas enquanto o mais pequeno dormia na relva o maior arranjou amigas e desenhou a nossa loja (ele promove-nos sempre a mesa cor-de-vinho e o chapéu amarelo a loja) debaixo de um céu de estrelas cadentes. Voltamos em Setembro.segunda-feira, 13 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
mealheiros para crianças
"Nuno Domingues: Tínhamos lançado há pouco a ideia do mealheiro, ou seja, o porquinho. Isto remete-nos para aquela ideia que hoje a literatura infantil ainda perpetua um pouco que é a ideia do porquinho onde se metem as moedas. Esse é um conceito interessante?
Daniel Sampaio: Eu acho um conceito muito interessante. Evidentemente que já não temos aquele mealheiro tradicional (...) mas a ideia é que é o importante nós falarmos aqui. E não só nas épocas de crise, podíamos dizer que estamos a discutir este tema porque estamos em época de crise e todas as famílias devem poupar, penso que nesta época mais, mas em todas também. Porque é muito importante incutir na criança a gestão do seu dinheiro de bolso. Muitas crianças relativamente pequenas começam a receber pequenas quantias dos avós, dos pais, dos padrinhos e madrinhas e começam a querer logo gastar. Eu acho que a primeira coisa a dizer é que podem gastar uma parte mas devem pôr de parte outra, guardar outra para poderem um dia comprar uma coisa melhor e mais interessante.
Mas, sobretudo para dar uma certa capacidade de gestão do dinheiro. Isso adquire-se relativamente cedo quando a criança começa a perceber as letras e os números e o que é que significam as moedas, estamos a falar dos seis, sete, oito anos que é a idade em que se deve instituir esse mealheiro.
Dá uma ideia de poupança em termos do futuro e (...) introduz um limite entre aquilo que é seu e o que é dos outros.
Lembra-se da criança que tirava um euro do pai ou da mãe? (...) Essa criança provavelmente não teria um mealheiro ou não foi treinada a guardar o seu dinheiro e a separá-lo dos outros. Portanto, acho que é uma ideia muito positiva em todas as famílias.
Isso pode ser feito com uma pequena quantia que vai aumentando através da sua semanada ou mesada e na adolescência é fundamental porque há muitos conflitos familiares à volta do dinheiro. Se a criança adquiriu na infância esse gosto em poupar e gerir o seu dinheiro, é muito mais fácil na adolescência poder trabalhar as questões da sua semanada."
Daniel Sampaio: Eu acho um conceito muito interessante. Evidentemente que já não temos aquele mealheiro tradicional (...) mas a ideia é que é o importante nós falarmos aqui. E não só nas épocas de crise, podíamos dizer que estamos a discutir este tema porque estamos em época de crise e todas as famílias devem poupar, penso que nesta época mais, mas em todas também. Porque é muito importante incutir na criança a gestão do seu dinheiro de bolso. Muitas crianças relativamente pequenas começam a receber pequenas quantias dos avós, dos pais, dos padrinhos e madrinhas e começam a querer logo gastar. Eu acho que a primeira coisa a dizer é que podem gastar uma parte mas devem pôr de parte outra, guardar outra para poderem um dia comprar uma coisa melhor e mais interessante.
Mas, sobretudo para dar uma certa capacidade de gestão do dinheiro. Isso adquire-se relativamente cedo quando a criança começa a perceber as letras e os números e o que é que significam as moedas, estamos a falar dos seis, sete, oito anos que é a idade em que se deve instituir esse mealheiro.
Dá uma ideia de poupança em termos do futuro e (...) introduz um limite entre aquilo que é seu e o que é dos outros.
Lembra-se da criança que tirava um euro do pai ou da mãe? (...) Essa criança provavelmente não teria um mealheiro ou não foi treinada a guardar o seu dinheiro e a separá-lo dos outros. Portanto, acho que é uma ideia muito positiva em todas as famílias.
Isso pode ser feito com uma pequena quantia que vai aumentando através da sua semanada ou mesada e na adolescência é fundamental porque há muitos conflitos familiares à volta do dinheiro. Se a criança adquiriu na infância esse gosto em poupar e gerir o seu dinheiro, é muito mais fácil na adolescência poder trabalhar as questões da sua semanada."
Não sou muito fã da abundância de livros que existem a ensinar aos pais como educar os filhos mas concordo quase sempre com o que oiço ao Daniel Sampaio no Minuto a minuto do Rádio Clube logo pela manhãzinha. Ontem falou de mealheiros. Aqui está a conversa completa.
Ía puxar um porquinho para aqui mas depois achei que a tartaruga, desapressada, esperta e longeva combinava ainda melhor com as palavras.
À venda na loja 360.PT.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
chocolata, a hipopótama

Esta é a Chocolata, claro!, nomeou-a logo o miúdo mais crescido. Toda suja e cheia das pedrinhas do banho de lama! Seja. Chocolata é um nome saboroso de se dizer.À venda na loja 360.PT.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
alexandrina, a dragoa

A dragoa Alexandrina rodou pelos caminhos e pelas relvas do jardim, colorida e fumegante. Depois estacionou-se ao pé do coreto e exibiu palhaços, equilibristas, malabaristas e outros fantásticos que tais, todos acompanhados de realejo, palmas e frases dos assistentes mais miúdos. A feira de um dos jardins mais bonitos de Lisboa está cada vez melhor!quinta-feira, 2 de julho de 2009
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















